temos criatividade, temos sonhos, temos vontade de trabalhar, suamos todos os paulatinos dias de trabalho que nos proporcionam para trazer comida para as nossas casas. todavia, para estes beiços inglórios e invejosos dos "chupadores das manadas" qcontinuam a senda da ameaça aos nossos dias sobre os possiveis roubos ao tal calendário à muito conquistado com glória extremada e com honestidade de sobra...agora, com as gravatas e em jeito de velhos mordomos vêm aos festins celebrar o fim destes glorisos dias de conquista social e de igualdade para anunciar os festins dos reis da banca e o fim dos sonhos de um povo que talvez tenha sonhado uma ideia de país chamado PORTUGAL...(um PORTUGAL DE TODOS)...talvez seja um retrocesso ao fascismo mais atroz e mais agressivo....
este é deveras um dos melhores livros sobre antropologia da comida em portugal. leiam e se possivel documentem-se sobre uma das temáticas mais interessantes e fundamentais para a profunda compreensão da sociedade contemporanea. pois, tudo passa pela complexa e intrigante pergunta: diz-me o que comes e dir-te-ei quem és.
é urgente ler este livro importantissimo da antropóloga Paula Godinho. nele encontramos essa "super-etnografia" que nos clarifica e motiva a insistir com desdobrados esforços na compreensão de um "terreno" que vai muito para além das meras fronteiras da disciplina antropológica.
um interessante filme (eu diria) etnográfico, com uma carga poética fortissima e espantosa, onde a procura do sentido da vida se revela no espaço e no tempo quotidiano, trazendo de forma admirável, através da imagem, a ciclicidade desses ritmos que o tempo imprime no espaço vivido. A história centra-se em torno de um pastor idoso e doente que aguarda o fim dos seus dias numa aldeia remota nas montanhas da Calábria, no Sul da Itália.
Incrédulo, o leitor interrogar-se-á: mas então, dar peidos também é uma arte? Se a pergunta o atormentar, irá encontrar a resposta neste pequeno ensaio teórico-físico do séc. XVIII. Clássico da literatura cómica, escatológica e pseudocientífica, A Arte de Dar Peidos confirma-nos que o peido é uma necessidade da natureza, uma condição de boa saúde, que pode e deve ser assumida como uma fonte de prazer. E até de arte, pois dar peidos não custa, custa é saber dá-los.
pensemos nisto, daqui a cerca de 50 anos, 1 bilhão de pessoas migrará para as grandes metropoles do ocidente. como muitos autores (virilio) já intitularam, este é o século das migrações em massa. é o tempo da história em movimento e da história sobre o movimento. as causas são variadas: conflitos, mudanças climáticas, deslocações de trabalho, etc...